O concerto do cemitério
Parte III
Quando os primeiros acordes no apocalíptico, catedralico, monstruoso, majestoso, suntuoso, magnífico, gigantesco, gótico,
Assustador, medieval órgão –Ho Deus meus sentimentos!!...
E o maestro começou a reger
Cada som. cada instrumento, começaram aparecer
A cada batida era latida pro sopro atender aos destroços, era também a lira de ossos que também tocava bem
O barulho da guitarra, do órgão ou tambor
Da flauta e violino, sax reto ou tenor
Dos pandeiros ao bombardino, do repique aos tamborins
Sentia se calor nos trompetes e bandolins
Era muito fino e delicado o trombone exagerado
As trompas também de ouvidos tocavam se os bumbos
O agogô, a bateria, e o berimbau
O violão, o surdo, ouviu se o clarinete
Ho Mauá, e na cor do fogo que so faltaste o dragão oriental, se la também de vermelho sangue suas bandeiras e chama da vitória nacional(o vento bem que tentou apagar...)
A viola, a de coxo, encima do valor monetário que virava no quinton
No caixote embaixo: o oboé, o fagote e o baixo
O gato de Nifertiti saia a tuba, tumba, catacumba
O acordeon e a gaita:o malandro e a sirigaita
E a família dos fones: o xilo, o mega, o vibra, o micro, o sax (de novo) e na escorregada da tiba por ai vai...