O concerto do cemitério
Parte I obra de Isabela Taila Biehl
“Na madrugada, o som que vinha do lado de la....
das trevas
ao natural do órgão catedralico a lua chia, os morcegos e os vermes que se alimentavam de suas carnes podres, as suas almas
De todos os amores, o musical lhe contenha
Arrebatadoramente lhe aterrorizavam.
Seus batuques obrigavam
Esqueletos e fantasmas. O caveira
Na tiba convidavam sus amigos com que tibas tocavam a
Noite.
Sua caixa era de pele humana
Arrancada e preparada com suas garras mortíferas,
Anunciava as pestes da guerra com perfeição
E na festa o sangue era o liquido que pintavam suas bandeiras.
Seu sax, era de ouro... Derretido de dentes de cadáveres
E tocavam muito bem.
Meu violino era com madeira de caixão, as cordas de tripas,
Naturalmente, humanas, e de cabelos lisos e
Negros era composto o arco.
Minha flauta, de ossos, ossos esses que também sustentavam os bumbos. Ossos esses que também serviam de baquetas.
Mas pra que medo?Suas coreografias não veio de thriller, apesar dos arrastados dos dia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário